O começo, eu acho!
CURTAS
* Incoerente, confuso, fragmentado; no entanto, são palavras, tem sentido.
* As palavras servem para expor sentimentos que não conseguimos dizer no dia-a-dia frenético, fugaz, frívolo… Mas, ela também esconde o que queremos dizer, muitas vezes por metá-foras ou frases lacônicas.
* Eu sei o que você tem para dizer, mas evita; tem medo das outras pessoas, de ser diferente, como todos são; temos que dar a impressão de sermos iguais, parecidos com enlatados no supermercado.
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SOMENTE ESTÓRIAS E MAIS NADA
Será que a morte dos fatos ou o ostracismo vão te fazer feliz? A felic-idade virá da negação da sua história? Encare os fatos e saia da posição de vítima, pois tudo faz parte da sua história. Vença o que transformaram sua vida em empecilho.
Fatos compõem nossa história, mas não tomam conta da nossa vida. Histórias ocorridas no passado só interfirás no presente-futuro se não forem resolvidos em nossa cons-ciência.
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PIRIGUETAGEM, AMOR E CONSUMO
“As piriguetes chegaram… OBA…” Vai me dizer que você nunca pronunciou a palavra piriguete ou a sua versão masculina, piregueto?A piriguetagem vem ancorada em preconceitos como: piriguete não namora, pega; não diz te amo, diz, às vezes, te quero; não se apega, tira onda.
A piriguetagem surge dentro de um movimento chamado “declínio de Eros”, que retrata o enfraquecimento do sentimento amoroso em nossos dias. O comprometimento a longo prazo não está nos planos dos parceiros, pois como investimentos financeiros, as relações alternam períodos de alta e baixa. Em New York nenhuma construtora constrói sem a licença para demolir, essa é a essência efêmera do nosso mundo, do qual os relacionamentos não fogem a regra, onde o término é algo a se pensar previamente e para o que se deve estar disposto e preparado.
O amor foi substituído pela realização mecânica da sexualidade para se evitar o arroubo causado pelas ansiedades do amor. Construímos um tipo de amor-razão que se consubstancia na economia global, consumista e individualista-virtual (adicionar-excluir).
Sofremos com isso, não tenho dúvida, sofremos de depressão condicionada, protelada por uma situação imediata de carinho com prazo de validade. Mas foi esse o futuro que chegou e que construímos.
O termo piriguete tem origem duvidosa. Dizem uns que nasceu da junção da palavra piranha com gueguete (linguajar amazonense que faz referência à moça, garota e tal). Dizem outros que vem da expressão “periculum ete”, que em latim representa perigo eterno. O neologismo (que de novo tem mais nada) foi popularizado nas ruas de Salvador e no bom português-baianês-soteropolitano, quer dizer “mulher a perigo”. Tenha medo!
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Fonte: por Edu Lima, retirado do zine Na Mão. www.fotolog.com/namao / Orkut: Na Mão Universitária (Usuário)
Março 3, 2008 às 5:28 am
e eu entrei tda animada pra conferir um texto do primo jornalista!!! coloca um eu ai, rapa!!bjo
Março 17, 2008 às 9:18 pm
Prezado Dantas,
Gostei do blog, principalmente do layout, a proposta é boa, espero que você não faça igual como fez com o falecido “só palavras”.
Visite o blog: informesaudeducacao.wordpress.com
Abril 4, 2008 às 10:47 pm
Muito bom o seu blog.
Cmo quase tdo q vc escreve.
Fernanda Gama